Um app de pedido sem fila que já existia, virando outra coisa: um web app pra operação no local. Hotéis, quiosques de praia, qualquer lugar onde o hóspede não deveria precisar levantar e ir até um balcão. Eu estruturei, desenhei e construí o web app em cima do backend que já existia, e trabalhei com o time deles nas mudanças de backend que isso pedia.
Escaneia o código da mesa, do guarda-sol, do quarto, e o cardápio simplesmente abre. Sem app, sem conta, sem espera. O catálogo já sabe de onde você escaneou, então a sessão fica presa naquele ponto exato antes do hóspede tocar em qualquer coisa.



Pede e paga direto no navegador, da sua espreguiçadeira. Feito pra aguentar internet ruim e um hóspede com só uma mão livre.



Um site que explica o pivot animando ele. O scroll te leva pela operação inteira: hóspede escaneia, pedido cai, dashboard enche. O dono entende como aquilo encaixa no negócio dele num scroll só.
O produto já existia. O que faltava era uma forma pra onde ele estava indo: uma superfície nova, um backend que aguentasse, e um jeito de explicar a coisa toda pra quem ele agora atendia. Eu trabalhei nos três, com um time que conhecia o sistema deles muito melhor do que eu.