Um marketplace de presentes. Você salva o endereço das pessoas que ama, navega por floriculturas e chocolaterias da região e manda algo até a porta delas.
Me chamaram como freela e eu acabei me envolvendo em tudo. O modelo de negócio, os protótipos, a marca inteira, o desenvolvimento fullstack, e depois encarar a revisão das lojas até os dois apps entrarem no ar. A mesma pessoa do primeiro rascunho até o botão de publicar.
O lado do cliente é construído em volta de pessoas, não de produtos. Você mantém uma lista curta de quem você presenteia, e a navegação começa por quem vai receber. Você digita o endereço uma vez e nunca mais pensa nisso.




O checkout começa por uma pessoa, não por um carrinho. O endereço já está lá, então só sobra escolher como pagar.




A parte que eu mais gosto: é tudo um app só. Mesmo download, mesmo código. Entra como loja e a coisa toda vira outro produto, com pedidos chegando, catálogo e preparo. Nenhum segundo app pra construir, publicar e manter sincronizado com o primeiro.
Feito pra quem está atrás de um balcão com as mãos ocupadas, então alvos maiores, menos passos, nada com cara de dashboard.




Nome, logo, paleta e tipografia, tudo feito antes da primeira tela existir. Tinha que parecer um presente sem virar cartão de felicitações, então deixei a cor carregar o calor e mantive as formas simples.






o heymimo saiu de uma conversa e virou um app nas duas lojas. Eu ajudei no modelo de negócio, desenhei a marca, construí as interfaces e o código. Em parte porque uma startup tão no começo não tem como pagar uma pessoa por função, mas principalmente porque sai melhor quando uma pessoa só segura tudo.
Dois produtos, um app, no ar.